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House chega ao fim: nenhum desfecho seria bom o bastante

*** ESTE TEXTO NÃO TEM NENHUM SPOILER *** Após oito temporadas, “House” chega ao final. O balanço é sem dúvida positivo. É possível dizer que a série teve um formato parecido com o de uma montanha-russa: seu primeiro ano foi excelente, os dois seguintes mantiveram-se em um nível um pouco inferior (mas ainda melhor do que 80% do que se vê na TV por aí), a quarta temporada começou cambaleante (foi o ano da greve dos roteiristas) e terminou com dois episódios sensacionais. Para muitos, a série poderia ter se encerrado ao final da quinta temporada. Concordo. Seria um final honesto para um personagem viciado e cada vez mais impossibilitado de conviver em sociedade. Mas vieram mais três anos, com novos altos e baixos (mais baixos do que altos) e uma trama que em muitos momentos se segurou apenas graças ao talento de Hugh Laurie. O mesmo pode ser dito a respeito dos últimos episódios. Creio que “House” teve um final digno, embora qualquer desfecho dificilmente seria bom o bastante para se...

House, 8ª temporada: que seja a última!

A nova temporada de “House” começa oficialmente no dia 3 de outubro, mas o episódio inicial já vazou. O próprio Hugh Laurie já sinalizou, em recente entrevista, que provavelmente este é o último ano da série. Até um tempo atrás essa ideia me desanimava um pouco. Depois de assistir ao novo episódio, mudei de opinião. “House” continua sendo uma das melhores coisas da TV norte-americana, sem sombra de dúvida. Mas a fórmula está esgotada. É preciso que os roteiristas encontrem uma forma digna de encerrar a série, no mínimo para fazer jus ao excelente nível das primeiras temporadas e de alguns episódios eventuais a partir do sexto ano. Os diálogos continuam bons, a atuação de Laurie segue excelente, ainda consigo me divertir e me impressionar com a trama, mas falta algo. Até dado momento (talvez até meados do sexto ano) a evolução psicológica do protagonista vinha se sustentando muito bem, mas no decorrer da sétima temporada aparentemente houve uma perda de rumo muito grande – com direito a...

Hoje é dia de ver House!

Eis que após alguns meses de jejum, House volta ao ar nesta noite nos EUA. Feliz pelo retorno, seguem abaixo algumas das grandes frases e tiradas das seis primeiras temporadas: - Todo ser humano mente, a única variante é sobre o quê. - Fazendo de propósito, evitam-se os acidentes. - Se você fala com Deus, você é religioso; se Deus fala com você, você é psicótico. - Pessoas mentem por milhares de razões... sempre há uma razão! - Você não pode morrer com dignidade, apenas viver com ela! - Eu aprendi que quando você quer saber a verdade sobre alguém, este alguém é provavelmente a última pessoa que você deve perguntar. - Mentiras são como crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas. - Por que Deus leva todo o crédito quando algo bom acontece? - Religião não é o ópio das massas. Religião é o placebo das massas. - Esperança é para mariquinhas. - Espere! Não reze! Eu quero todos os créditos para mim! - Se você pudesse argumentar racionalmente com pessoas religiosas, não haveria...

"House" esculacha a ditadura da ética

Reproduzo abaixo texto do jornalista Breno Altman, do site "Opera Mundi" , sobre "House", série cuja sexta temporada se encerrou há algumas semanas, de forma arrebatadora, após alguns momentos de baixa ao longo deste ano. Fica a dica também pro site onde o texto está publicado. “House” esculacha a ditadura da ética Os fãs respiram aliviados. Novos episódios da série médica mais aclamada do planeta começaram a ser gravados na semana passada. Apesar de especulações sobre descontinuidade, House entrará, a partir de setembro, nos Estados Unidos, em sua sétima temporada. Os brasileiros, porém, terão que aguardar até o primeiro semestre de 2011. Criado por David Shore e originalmente exibido pela Fox desde 2004, o teledrama estrelado por Hugh Laurie alcançou, em 2008, o topo dos programas mundialmente mais assistidos: 80 milhões de espectadores em 66 países. Além do sucesso de público, acumula premiações e elogios da crítica. A que se deve, afinal, o sucesso do clínico ar...