Pular para o conteúdo principal

Kama Sutra bizarro

Já pensou num anão fazendo umas posições absurdas do Kama Sutra com uma moça bem obesa? E com uma anã? Ou com gente sarada?

Enfim... o site "My Karma Sutra Buddy" resolve isso pra você. Dá pra aprender umas posições bem estranhas de forma engraçada, sem nenhuma apelação.

Dá uma clicada aqui pra conferir

Mas, tão ou mais legal do que esse site é o blog onde achei seu link. Trata-se do "Sexpedia", hospedado na página da "Época". Só nos últimos dias, a jornalista Fernanda Colavitti já escreveu lá sobre do que o sêmem é composto, homens que fingem orgasmo, sexo na terceira idade, prostituição masculina e um monte de temas que são no mínimo curiosos.

O link pro "Sexpedia" está bem aqui

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

I Was Born Ten Thousand Years Ago

E eis que de repente leio o seguinte parágrafo hoje no ônibus, na biografia de Paulo Coelho escrita por Fernando Morais: “Em dezembro de 1976 a Philips colocou nas ruas o quinto LP de Paulo com Raul, Há Dez Mil Anos Atrás [...]. A canção que dava nome ao álbum tinha duas peculiaridades: uma redundância no título e o fato de ser a tradução adaptada de I Was Born Ten Thousand Years Ago , conhecida canção tradicional americana de domínio público que tinha várias versões, a mais famosa delas gravada por Elvis Presley quatro anos antes”. Foram longos minutos até chegar ao trabalho e procurar no YouTube a versão original da música. E bateu uma certa sensação de ignorância por gostar de ambos (Elvis e Raul) e não saber que a longa letra é uma adaptação/tradução/homenagem. Sem mais delongas, seguem abaixo o vídeo e a letra original, com a ressalva de que há mais de uma versão para I Was Born Ten Thousand Years Ago : I WAS BORN ABOUT TEN THOUSAND YEARS AGO (Traditional - Adapted by Elvis Presl...

O dilema dos EUA: resgatar o passado ou construir um novo futuro?

RESENHA DE "ESTAS VERDADES", DE JILL LEPORE Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos, em 2008, utilizando-se de um slogan que ganhou fama mundial: “Change”. Nem durante a campanha eleitoral e tampouco no decorrer de seus dois mandatos foi possível entender com clareza qual seria essa mudança. Em 2016, Donald Trump conseguiu ser muito mais explícito ao prometer que tornaria a América grandiosa novamente. O empresário e apresentador de TV optou pelo resgate de valores do passado estadunidense para atingir em cheio ― e com sucesso ― o cidadão insatisfeito com o presente incerto deste início de século 21. Após oito anos de ações abstratas do governo Obama, seu sucessor não se furtou em propor uma série de políticas xenófobas, segregacionistas e protecionistas para chegar à Casa Branca.   Desde o primeiro dia de seu mandato, pairaram sobre Trump nuvens de ameaças à democracia dos Estados Unidos. Seu desastroso adeus ― marcado pela tentativa de autogolpe em 6 de janeir...

Wagner Moura, Legião Urbana e um bocado de inveja

O cara é politizado, ganha suspiros do mulherio por onde passa, protagonizou o filme de maior bilheteria da história do cinema nacional (cuja atuação gerou um debate importantíssimo sobre segurança pública no país), encarou interpretar “Hamlet” no teatro, é um dos símbolos da nova dramaturgia brasileira e, entre otras cositas más , alcançou um patamar que lhe permite escolher quais trabalhos quer colocar em prática e o que é descartável para sua carreira. Por conta de tais atributos, Wagner Moura se tornou um sujeito de admiração quase unânime no Brasil. Essa imagem só veio a ser arranhada recentemente, quando houve o anúncio de que ele encararia subir aos palcos como cantor para um tributo à Legião Urbana, ao lado dos parceiros de Renato Russo na banda. Fãs da Legião colocaram todos os pés atrás possíveis. Renato Russo, para os admiradores mais xiitas da banda, é quase um messias, alguém insubstituível. Sendo assim, Capitão Nascimento algum teria envergadura moral para assumir o ...